06/12/2016

Atlantic se prepara para comercializar energia gerada em Santa Vitória do Palmar

Empresa venceu em 2013 e 2014 os Leilões A-5 e A-3, viabilizando a venda de 207 megawatts (MW) pelo Complexo Eólico Santa Vitória do Palmar

Em Outubro deste ano, a Atlantic deu início aos testes de operacionalização do processo de energização do Complexo Eólico Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul. O evento marcou o início do processo de comercialização de energia de alguns parques do Complexo, que, agora, aguardam para entrar em operação comercial.

O Complexo Eólico de Santa Vitória do Palmar contará com 12 parques eólicos e 69 aerogeradores, que totalizam 207 megawatts (MW) de potência instalada. A Atlantic vai comercializar a energia em dois tipos de ambientes: até 2017, serão 71 MW médios comercializados anualmente no Ambiente de Contratação Livre (ACL) e, a partir de 2018, serão 87 MW médios comercializados no Ambiente de Contratação Regulada (ACR) durante contrato regulado de 20 anos.

Para a Gerente de Comercialização de Energia da Atlantic, Ana Carolina Molina, a vantagem desse tipo de negócio está na garantia de receita por um longo período. “Além de termos um contrato regulado no mercado, que nos apresenta um valor previsto de receita por 20 anos, existe a possibilidade de vendermos a energia excedente no Mercado de Curto Prazo (MCP), de forma a considerar o melhor valor proposto no mercado”, explica.

A comercialização de energia do Complexo de Santa Vitória do Palmar foi possível devido à participação da Atlantic no Leilão de Energia Nova – mecanismo em que são vendidas e contratadas a energia de usinas que ainda serão construídas. Em 2013, a empresa venceu o Leilão A-5 (usinas que entram em operação comercial em até cinco anos), viabilizando 153 MW para venda, e em 2014 venceu o Leilão A-3 (usinas que entram em operação comercial em até três anos), agregando 54 MW.

“A energia produzida em Santa Vitória do Palmar será comercializada para distribuidoras que participaram do mesmo leilão: consumidores do mercado de energia, que podem ser agentes de geração de energias, comercializadoras e os próprios consumidores finais”, conclui Ana Carolina Molina.