27/03/2019

Centro de Controle e Operações é referência em performance

Excelência em capacidade técnica e operacional

O Centro de Controle e Operações da Atlantic Energias Renováveis monitora os empreendimentos em todo o Brasil em tempo real, garantindo padronização e fornecimento de dados precisos. Está situado na cidade de Curitiba, no Paraná, e opera mais de 600 MW à distância, 24 horas por dia, sete dias por semana.

A busca incessante por novos conhecimentos e tecnologias está na cultura da empresa. Assim, o Centro de Operações dispõe de ferramentas que possibilitam ao “Operador de Tempo Real” monitorar todos os ativos com qualidade e, dessa forma, realizar a melhor gestão.

Exemplo disso é a tecnologia Elipse Power. Focada na a área de energia, o software promove a integração, comunicação, modelamento e análise dos ativos da companhia. Em interação com outras ferramentas robustas de análise que visam as tecnologias da chamada indústria 4.0, armazena e consulta os dados via EPM (Elipse Power Management).

Hoje, o Centro monitora mais de 100.000 pontos, presentes nas subestações dos ativos e em todos os aerogeradores. As telas são desenhadas com a premissa de “High Performance”, evolução no design das interfaces, tratando a experiência do operador de maneira intuitiva.

As equipes de monitoramento fixas trabalham com um moderno sistema de comunicação e realizam contato em tempo real com os colaboradores de manutenção em campo, caso necessário.

Para otimizar a análise, a Atlantic dispõe da ferramenta Machine Learning, onde o primeiro passo da mesma é coletar dados de forma mais assertiva e segura para realizar avaliações e verificação de padrões de comportamento, com o intuito de antecipar ocorrências e falhas de quaisquer eventos.

Toda esta comunicação é monitorada e protegida através de firewalls, visando a segurança da informação. A política rígida de senhas permite que qualquer tentativa de ataque cibernético seja mitigada.

Á área de pré-operação e pós-operação realizam as tratativas com as regionais do ONS, e trabalham em conjunto com o Centro de Operações e a manutenção, a fim de realizar os trabalhos de maneira otimizada, respeitando os procedimentos de rede.

Todas essas práticas de comunicação, padronização e capacitação tem em vista um mesmo objetivo: seguir como referência em desempenho.