16/01/2020

Seminário de Geração de Energia e os desafios do Planejamento Ambiental

P&D da Atlantic tem participação ativa no evento

O ano de 2019 foi marcado por conquistas e ensinamentos que fizeram toda a diferença para nossa organização. Dentre eles,  a importância de discutir estratégias de geração de energia elétrica e realizar planejamentos ambientais com ênfase nas diferentes fontes de energia. Isso explica a presença da Atlantic no último Seminário de Geração de Energia organizado pela APEAM – Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais – com apoio do CREA-PR, realizado em 21 de novembro de 2019, no Campus da Indústria FIEP em Curitiba – PR.

O evento contou com participação da EPE – Empresa de Pesquisa Energética, órgão do MME – Ministério de Minas e Energia, responsável por estudos e pesquisas que subsidiam o planejamento da expansão do setor de energia, e reforçou a importância de considerar a variável socioambiental no planejamento do setor elétrico de médio e longo prazo. Além disso, permitiu a integração de diferentes entidades como a EPE, ANEEL, órgãos ambientais e sociedade civil em um objetivo comum: otimizar os investimentos no setor e minimizar o impacto de cada alternativa no meio ambiente e na sociedade.   

O palestrante Eduardo Dias, gerente de ativos e P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) da Atlantic, reforçou a importância de discutir o planejamento estratégico de geração de energia além de contextualizar o panorama de energia no Brasil: “é importante para o país termos uma matriz robusta e diversificada. O suprimento de energia e a segurança energética são motores de diversos processos de crescimento econômico, sendo um setor extremamente estratégico para o país”. Para ele, o Brasil tem umas das matrizes energéticas mais limpas do mundo com grande enfoque Hidro-Térmico e, nos últimos anos, a eólica tem recebido um grande destaque pelo seu crescimento. “A tendência é uma migração para uma matriz brasileira hidro-térmica-eólica,” observou.

Sobre o panorama de energia renovável, disse que o país se destaca por ter grandes hidrelétricas, mercado maduro de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) e térmicas e biomassa, e que o futuro aponta para o aumento da energia solar e eólica.

Eduardo ainda avaliou a posição da Atlantic no contexto de grandes oportunidades para a energia: “a Atlantic é uma empresa de vanguarda. Há 10 anos, quando iniciamos os investimentos, em especial os eólicos, era um mercado bem incerto. Lembro que os consultores externos não acreditavam nos fatores de capacidade que calculamos. Hoje, muitos deles elogiam o alto rendimento dos parques”. De acordo com ele, o mercado das eólicas está maduro e, neste ramo, “temos atuado na expansão por meio de novos projetos e no aperfeiçoamento daqueles já em operação, atuando no ajuste fino.” Assinalou, por fim, que os planos para o futuro são confidenciais, mas sinalizou sobre a pesquisa de projetos bem inovadores em mercados ainda incipientes, que a área tem se dedicado.